21 de julho de 2012






























Não sinto culpa por não saber o nome das flores.
Foram dúvidas o que sempre tive,

e as dores não admitem nomes.
Uma vez não acreditamos já tudo ter sido dito.
Espera-se numa palavra a devolução do amor.



Paulo José Miranda, A voz que nos trai

6 comentários:

Anónimo disse...

Lindo, muito significativo.

Graça disse...

Concordo. :) Obrigada.

Magnolia disse...

É lindissimo este poema

Graça disse...

Obrigada pelo comentário, Magnólia. Posso usar a mesma palavra para descrever o "Primeiramente"...

Mim disse...

Há algum tempo que aqui venho mergulhar me em beleza. Hoje tomei coragem para comentar e seguir publicamente...
Pura coincidência? Não sei. Destino talvez.

Abraços

Graça disse...

Muito obrigada, Mim. Nem sei o que dizer... Esses ,mergulhos também se fazem em "Lugares de Mim". Parabéns!